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A minha vidinha

A minha vidinha

28
Jan20

Quero dar uma folga à empregada

Maki

Quem nunca ouviu uma música que o fez viajar no tempo? 

Hoje aconteceu-me isso ao ritmo de José Malhoa, que é um bacano que se preocupa com o bem estar da empregada. Recuei até Junho do ano passado, em que fomos a um bailarico perto de Ferreira do Zêzere no qual apesar do nosso estilo questionável, éramos as únicas pessoas a curtir a música. Os artistas adoraram-nos. (senão me engano publiquei uma fotografia de uma sanita da terriola algures). 

E como uma musiquinha pimba nunca vem só, pouco depois emergeu a musiquinha da jovem que mexe nos telhoes do seu amor. Também foi um bom concerto, se ela tivesse cantado a música sobre a enguia do seu amor teria sido bem melhor... 

Aah, tomara que volte a época dos bailaricos!

01
Nov19

Ow estivemos todos juntos

Maki

Acho que já mencionei aqui que ao longo do tempo o meu grupo de amigos foi-se fragmentando, uns chatearam-se outros simplesmente deixaram de se dar entre eles. Mas eu, como filha de pais divorciados, nunca tomei nenhum partido e continuei amiga de toda a gente, o que faz com que as minhas vindas à terrinha sejam uma loucura, em que tenho que arranjar tempo para a minha mãe, o meu pai, e os diferentes grupos de pessoas. 

Heis que hoje um milagre aconteceu e estive com 4, 4 pessoas que estão na minha vida à mais de 9 anos e que não estavam juntas à algum tempo. Foi tão bom. 

E achamos que foi suficiente? Não, agora vamos tentar juntar ainda mais pessoas, por isso ou depois de jantar as estrelas se alinham, ou há uma big fight entre duas das minhas grandes amigas. 

De qualquer forma vou levar pipocas e com o meu discurso de "nope, sou a Suíça.",  "É mais provável eu seguir o PNR do que tomar partido nesta discussão...", "PNR! PNR!".  #adulta

 

02
Set19

Quando acampas ao lado de javardos

Maki

Como disse, esta semana fui acampar, não sonhava com o aborrecido que é acordar a meio da noite com o passo dos javardos. E quando digo javardos, falo literalmente de javardos, isto é, porcos selvagens, porque a vida dá muitas voltas e acabei por não ir para o Crato conhecer o badalhoco da minha vida.

E garanto-vos, que o ataquezito cardíaco associado acordar com passos ao lado da tenda, seguido de um roncozito não é bacano. Não é nada bacano, especialmente quando estás sozinha na tenda, sem qualquer tipo de arma de defesa, a não ser um candeeiro e uma geleira, e estás em modo casulo presa num saco cama. 

Como sou burra não sei se os bichos atacam a movimentos bruscos ou a barulhos, não arrisquei. Saí do saco cama da forma mais silenciosa possível, o que, tendo em conta a minha flexibilidade, foi extremamente complicado. E fiquei de cócoras à escuta, e preparatórios para me jogar para cima do bicho (o que por alguma razão me pareceu boa ideia...). Quando o som parou comecei a sussurrar para tentar acordar o casal da tenda ao lado, e nada. Comecei a chama-los baixinho porque eles tinham uma faca, e eles nada. Até que berrei e eles acordaram... Foram fazer um check ao perímetro, e eu invadi a tenda deles. Ficámos os 3 lá a dormir, até que ouvimos o som de um carro. O que, sendo aquilo propriedade privada, não devia acontecer. Desta vez ficámos os 3 acordados, em modo sobrevivência. Os sacanas dos homens ficaram com ar de mafiosos a fumar o seu cigarro no cimo do morro, pelo que, como estava escuro como o breu, só viamos a ponta do cigarro acessa. Saímos da forma mais silenciosa possível da tenda (que, dado a nossa flexibilidade e dores de costas foi um bocadinho triste...), e... Eram pescadores. 

Voltámos para o acampamento, como me sentia mais segura por haver mais 2 homens na zona, voltei para a minha tendinha e os meus amiguinhos para a deles. 

Mas pior do que o acordar com um porco ao lado, é nos apercebemos, debaixo de um céu estrelado, que somos a única criatura do grupo que não tem o seu futuro bem definido...

20
Ago19

Ui que eu ando criando inimigos

Maki

Se nas cronicas criminais dos programas da manhã mencionarem uma gaja que foi presa por dar um carolo num puto com o qual não tem qualquer tipo de filiação, sou eu a conseguir os 5 minutos de fama no programa da Cristina. 

Tudo porque a minha paciência para lidar com pessoas mal educadas surrafa o zero, pelo que ao ver um puto a entrar numa zona vedada fiquei com comichão e ao vê-lo a rasgar a vedação saiu-me instintivamente um berro do interior dos meus pulmões a informa-lo que aquilo não era para rasgar. Os amigos (crianças com noção que estavam fora da área vedada) fugiram, mas o puto alfa não. Deixou de rasgar aquela porcaria, mas permaneceu na zona vedada para demonstrar um quê de rebeldia, depois foi-se embora. 

Nesse momento apercebi-me que definitivamente não nasci para ter filhos. Se um puto que me rebentasse toda para vir ao mundo tivesse uma atitude dessas levava logo um estalo, e explicava-lhe detalhadamente porque é que atitudes dessas fazem dele uma pessoa irritante e o quão perigoso é ser irritante quando se tem uma mãe irritadiça.

Como fazer o trabalho pelo qual os 4 vigilantes da piscina são pagos quando não se tem autoridade para expulsar os putos do recinto é tramado, tive que lidar com a ira do meu inimigozito de palmo e meio, que, para demonstrar que aquele território era dele mijou-me para o chinelo. Aaaah, não. Mas passados uns minutos fez questão de passar entre mim e as minhas tralhas, fazendo uma razia à minha mochila e pontapeando o meu chinelo. Wow. Senti-me bastante intimidada, e tive um ataque de riso. O que foi tido como uma ofensa pelo meu inimigozito de palmo e meio pois os seus beta (que mantiveram uma distância de segurança porque felizmente ainda há putos com noção) também se riram da situação. 

Entretanto fui-me embora, mas será que a história fica por aqui? Ou será que devo ir 
a GNR pedir protecção não vá o puto pontapear-me os tornozelos?

Continua(?)

10
Ago19

Quando uma barata se mete na minha vida

Maki

Ia fazer uma coisa extremamente espontânea. Ontem convidaram-me para hoje ir de férias, assim do nada, sem qualquer aviso prévio, apenas um “amanhã vamos embora, temos um lugar vago, queres ir?” E eu, acabei por dizer que sim. Tanto porque sinto que não estou a aproveitar bem a minha vida jovem, como por o pessoal ser super bacano.

Cheguei a casa, expliquei ao meu pai, perguntei se se importava, ele disse que podia ir, fiquei toda contente, fiz a mala e fui dormir que hoje tinha que abalar às 7h. E o meu problema foi ter ido dormir... 

Acordei várias vezes em pânico, com o cérebro a andar a 1000. Porquê? Porque já fui àquela cidade e à noite aquilo ficava infestado de baratas, e quando digo infestado, é mesmo infestado... Aliás, de certa forma até tivemos sorte porque no nosso apartamento “só” vimos uma, gigante, na parede, que voou para a cara de um moço que estava connosco e gerou o meu primeiro e último ataque de pânico à frente de pessoas.

O pior é que racionalmente sei que não faz sentido não ir por causa de baratas... As bichas são inofensivas. Feias, mas inofensivas, vendo as coisas nesse prisma, até tenho bastante em comum com elas. Sei que elas estão em todas as cidades e que é estupido ter medo delas, porque a probabilidade de um dia as cabras me invadirem a casa é grande. 

Mas porra... tive anos sem ver uma... chegar àquela terra e ver tantas fez-me impressão... E o pior é que as via sempre em sítios onde não podia fugir... Posteriomente voltei a ver essas cabras tanto em Lisboa como na minha terrinha, mas sempre na rua, onde podia fazer um sprintzito ou saltar para as costas de alguém (comportamento super adulto e racional, eu sei).

Isto tudo para dizer que não vou de férias para Espanha com medo de encontrar baratas no apartamento, e vos dar a entender que se um dia aparecer no telejornal que uma otária pegou fogo à casa porque viu uma barata, é provável que seja eu.

 

27
Abr19

Ressuscitando

Maki

Aproveitei o exemplo de Jesus, mas em vez de desligar durante 3 dias, desliguei durante 7. Nesses 7 dias foquei-me em mim; nos meus amigos; na minha família e em ser feliz no momento. E verdade seja dita, fui bastante feliz nesses 7 dias, feliz como não era desde que entrei na faculdade (tirando um breve encontro que tive com os meus tios, mas mantendo o mote: "Sê feliz", fugi dali o mais depressa que pude e evitei focar-me nessas criaturas). 

Soube-me tão bem. Mas tão bem... Agora voltei ao meu dia-a-dia, voltei a trabalhar na tese, nas cadeiras, mas com uma ligeira diferença: tiro pelo menos uma hora para ser feliz. Acordo mais cedo, bastante mais cedo, mas também deixo de trabalhar nas coisas mais cedo. Depois da 17h estou disponível para fazer o que quiserem, café? Bora. Deitar na relva a levar com o Sol na tromba? Bora. Festas com musica ranhosa? Bora. Cinema? Bora. 

Nunca estive tão bem e equilibrada, talvez não esteja a avançar como devia na tese, mas estou feliz, saudável e a criar memorias bacanas com pessoas que valem a pena. Vou ter que passar mais um semestre na faculdade? Provavelmente. Mas a melhoria de saúde que tive nas ultimas semanas não tem preço (a minha família concorda com isto? Provavelmente não). 

15
Ago17

Bum virei animadora numa noite

Maki

Na semana passada disse que até terça/segunda à meia noite ia aprender animação, e aprendi! Mal e porcamente, mas aprendi! Tenho um vídeo que comprova que sei fazer com que as coisas mexam, mexem-se exactamente como eu quero? Não... Mas mexem-se! E tendo que eu perdi 2 dias a tentar utilizar programas gratuitos para evitar o antigo flash/actual animate CC por ser uma pessoa honesta e pobre  que não tenciona piratear coisas até correu bastante bem... 

Vou voltar a usar o que aprendi? Não que a versão de avaliação do adobe animate acaba no fim-de-semana, maaaaaas agora posso meter no CV que tenho algumas aptidões para aquilo, é útil na minha área? Não... Mas enche chouriços!

Heis a minha obra-de-arte:

Depois dos 10 segundos aquilo fica estranho, mas como no Animate aquilo está sincronizado vou assumir que a culpa é de Satanás e não há nada que possa fazer contra isso.

 

02
Ago17

Demasiado tempo livre

Maki

Após meses rodeada de: trabalhos, responsabilidades, exames e cenas... Estou de férias. O problema é que já não sei estar de férias.... O que é suposto fazer com o meu tempo livre? Ler? Não posso senão entram-me bichos pela janela. Ver episódios? Não posso que a Internet no meu quarto é fraquinha e não tenho paciência para o buffering...

Como estou habituada a trabalhar com metas: fazer 20 exercícios hoje, 6 exames amanhã... Decidi tentar aprender a fazer um vídeo de animação numa semana... Aaaah... Que ideia ruim! De qualquer forma vou meter aqui o que conseguir fazer até terça.

Wish me luck

31
Jul17

Resumo da semana vida louca:

Maki

Domingo: Dia da viagem, cerca de 3 horas a ouvir 3 CDs com um mix de musicas que cada uma escolheu, como não somos propriamente fãs do mesmo estilo de musica metemos o volume baixinho e aproveitamos para falar do que não falávamos à meses. Jantámos pizza e fomos para a praia falar e fazer a já tradicional competição para ver quem avistava mais estrelas cadentes. Ganhei por uma.

Segunda: Praia, almoço, sesta, praia, jantar, Vida Louca. Foi uma noite calminha, um rapaz decidiu fazer uma competição de dança com uma delas, outro andava a fingir que se roçava no cu de outra mantendo cerca de 10cm do mesmo, dormimos no maldito carro, seguimos viagem para casa e assim que chegámos ao destino, atei o cabelo de uma delas e dei festinhas nas costas enquanto combatia o meu refluxo, a primeira coisa que a outra disse enquanto acendia o cigarro ao sair do carro foi: "És mesmo má a atar cabelos, assim que acabar o cigarro trato disso"

Terça: Acordamos quase à hora do lanche, almoçamos, fomos para a praia, jantámos e fomos sair para uma terrinha onde só havia estrangeiros comer um gelado e procurar um sitio com wi-fi, seguimos as setas que diziam "free wi-fi" e "beer 2euros", sentámos-nos numa explanada onde a wi-fi não funcionava e nos sentimos discriminadas quando nos apercebemos que todos os estrangeiros que chegaram depois de nós foram atendidos assim que meteram a bunda na cadeira e nós ficámos mais de 30 minutos a falar antes te termos tido a oportunidade de pedir uma cerveja e a pass que apesar de estar correcta não nos permitiu aceder à wi-fi.

Quarta: Saímos de casa com uma garrafa de vodka limão e 1.5L de mistura de vinho barato com coca-cola barata, tudo para a mesma pessoa. Enquanto esperávamos que ela acabasse de beber aquilo um grupo de 5 mocinhos de 17 anos meteu-se connosco, só um deles foi suficientemente inteligente para se aperceber que aquilo não ia a lado nenhum e tentámos subir a auto-estima a um rapaz holandês que tinha sido abandonado pelos amigos por estar podre de bêbado. Fomos para a praia fazer tempo até ao nascer do Sol enquanto um casal qualquer se comia a menos de 5 metros de nós. O Sol nasceu e fomos para casa vestir o bikini. 

Quinta: Vestimos o bikini e fomos para a praia às 8h, fomos das primeiras a chegar e tivemos espaço suficiente para fazer um campeonato de raquetes, parámos de jogar quando uma família meteu a sombrinha demasiado perto... Nenhuma família merece ouvir todos os palavrões que usamos quando jogamos. Dormimos. Fomos para casa almoçar. Dormimos a sesta. Praia. Jantámos e fomos sair para uma zona mais séria onde 5 bares davam bebida de borla... Nessa noite só uma é que bebeu... E tendo em conta que ela bebia as 4 bebidas que nos eram oferecidas e fez questão de tentar passar várias vezes à porta dos bares para que nos oferecessem "free shots" não ficou nada bonita. Foi a primeira vez que a vi bêbeda e espero que seja a ultima que ela fica chata como a porra. Fomos comer ao Mc'Donalds antes de ir para casa e depois fomos dormir. 

Sexta: A que se embebedou na noite anterior acordou às 8h e fez-nos torradas tal como tinha prometido na noite anterior. Acordei quando ela me chamou, comi as minhas torradas e deitei-me enquanto esperava que as outras se despachassem. Acordei novamente às 13h porque ela teve medo que acordar as outras. Fomos à praia. Depois da praia 2 delas apanharam o autocarro e foram-se embora. Jantámos e fomos comer um geladinho. 

Sábado: Fomos embora.

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