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A minha vidinha

A minha vidinha

01
Ago15

Afinal não sou tão invisível como gostava

Maki

Estava eu sentadinha numa cadeira de um bar a ler uma mangazinha rezando para que o senhor espanhol de 30 e muitos anos percebesse que eu não ia sair da cadeira para dançar com ele ou com quem quer que fosse quando alguém me toca no braço. Euzinha enojada da vida pelo tipo de interacção que ele e os amiguinhos estavam a ter connosco olho para cima preparada para uma resposta seca quando vejo um bacano que me era familiar, perguntou-me se andava no ist, se era do curso que sou e foi-se embora sabe-se lá para onde.

Eu era feliz a pensar que ninguém naquele curso a não ser os bichos com quem me dou, os que traumatizei e o meu antigo stalker sabiam da minha existência. Deprimi.

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