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A minha vidinha

A minha vidinha

31
Jul17

Resumo da semana vida louca:

Maki

Domingo: Dia da viagem, cerca de 3 horas a ouvir 3 CDs com um mix de musicas que cada uma escolheu, como não somos propriamente fãs do mesmo estilo de musica metemos o volume baixinho e aproveitamos para falar do que não falávamos à meses. Jantámos pizza e fomos para a praia falar e fazer a já tradicional competição para ver quem avistava mais estrelas cadentes. Ganhei por uma.

Segunda: Praia, almoço, sesta, praia, jantar, Vida Louca. Foi uma noite calminha, um rapaz decidiu fazer uma competição de dança com uma delas, outro andava a fingir que se roçava no cu de outra mantendo cerca de 10cm do mesmo, dormimos no maldito carro, seguimos viagem para casa e assim que chegámos ao destino, atei o cabelo de uma delas e dei festinhas nas costas enquanto combatia o meu refluxo, a primeira coisa que a outra disse enquanto acendia o cigarro ao sair do carro foi: "És mesmo má a atar cabelos, assim que acabar o cigarro trato disso"

Terça: Acordamos quase à hora do lanche, almoçamos, fomos para a praia, jantámos e fomos sair para uma terrinha onde só havia estrangeiros comer um gelado e procurar um sitio com wi-fi, seguimos as setas que diziam "free wi-fi" e "beer 2euros", sentámos-nos numa explanada onde a wi-fi não funcionava e nos sentimos discriminadas quando nos apercebemos que todos os estrangeiros que chegaram depois de nós foram atendidos assim que meteram a bunda na cadeira e nós ficámos mais de 30 minutos a falar antes te termos tido a oportunidade de pedir uma cerveja e a pass que apesar de estar correcta não nos permitiu aceder à wi-fi.

Quarta: Saímos de casa com uma garrafa de vodka limão e 1.5L de mistura de vinho barato com coca-cola barata, tudo para a mesma pessoa. Enquanto esperávamos que ela acabasse de beber aquilo um grupo de 5 mocinhos de 17 anos meteu-se connosco, só um deles foi suficientemente inteligente para se aperceber que aquilo não ia a lado nenhum e tentámos subir a auto-estima a um rapaz holandês que tinha sido abandonado pelos amigos por estar podre de bêbado. Fomos para a praia fazer tempo até ao nascer do Sol enquanto um casal qualquer se comia a menos de 5 metros de nós. O Sol nasceu e fomos para casa vestir o bikini. 

Quinta: Vestimos o bikini e fomos para a praia às 8h, fomos das primeiras a chegar e tivemos espaço suficiente para fazer um campeonato de raquetes, parámos de jogar quando uma família meteu a sombrinha demasiado perto... Nenhuma família merece ouvir todos os palavrões que usamos quando jogamos. Dormimos. Fomos para casa almoçar. Dormimos a sesta. Praia. Jantámos e fomos sair para uma zona mais séria onde 5 bares davam bebida de borla... Nessa noite só uma é que bebeu... E tendo em conta que ela bebia as 4 bebidas que nos eram oferecidas e fez questão de tentar passar várias vezes à porta dos bares para que nos oferecessem "free shots" não ficou nada bonita. Foi a primeira vez que a vi bêbeda e espero que seja a ultima que ela fica chata como a porra. Fomos comer ao Mc'Donalds antes de ir para casa e depois fomos dormir. 

Sexta: A que se embebedou na noite anterior acordou às 8h e fez-nos torradas tal como tinha prometido na noite anterior. Acordei quando ela me chamou, comi as minhas torradas e deitei-me enquanto esperava que as outras se despachassem. Acordei novamente às 13h porque ela teve medo que acordar as outras. Fomos à praia. Depois da praia 2 delas apanharam o autocarro e foram-se embora. Jantámos e fomos comer um geladinho. 

Sábado: Fomos embora.

25
Jul17

Aí querida, agora sou tia

Maki

Sempre disse que ia ficar para tia, o problema é que os anos tem passado e nada de sobrinhos, até agora! No sábado nasceu um bebé fofo, adorável, querido, a quem posso chamar sobrinho. É bom pensar que alguém me vai considerar uma pessoa fixe nos próximos tempos, claro que quando o rapaz chegar aos 13/14 anos vai passar a ver a tia fixe que vê desenhos com ele como uma mulher triste que não sabe o que fazer com a vida... Mas hey vou ser fixe durante 14 anos!

22
Jul17

Estou de férias, e agora?

Maki

Passou mais de um mês desde o inicio do meu cativeiro, um mês quase sem levar com Sol na tromba, um mês a interagir com um numero reduzido de pessoas (2...), um mês em que o meu cérebro fritou mais um pouco, e o que é que a je vai fazer para celebrar as férias? Vai para o Algarve com pessoas que gostam de bares, afinal o que é o pior que pode acontecer? Ir parar à esquadra por partir o nariz a algum amiguinho que me tente tocar? Ir parar à esquadra por partir o nariz a algum amiguinho que as tente violar? Apanhar um escaldão do caraças que poderá ser catalisador de um cancro? Pfffff

10
Jul17

Como se sabe que talvez aquele seja "o tal"?

Maki

Quando era novinha achava que o homem da minha vida ia ser transferido de uma escola qualquer para a minha a meio do ano e que assim o que o visse ia sentir "o clique"... Nunca aconteceu... 

Entretanto fui crescendo e no 7º ano a minha ideia de romance mudou... Era óbvio que o amor da minha vida não ia ser transferido... Ele era capaz de ser de uma terrinha ali da zona e entrar na minha vida no 10º ano, quando fossemos todos para a mesma escola secundária. fazia mais sentido! E verdade seja dita cheguei a achar que isso estava a acontecer, quando um dia após almoçar com uma amiga e um dos amigos dela, que era super jeitoso, o mesmo me pegou no pulso para me levar de arrasto a uma loja de roupa toda pipi porque queria ir comprar uma porcaria qualquer o que no momento me pareceu muito romântico (haverá algo mais bonito do que te tirarem do sol num dia de outono para te meterem numa loja com a qual não te identificas minimamente?). Passado pouco tempo apercebi-me que o rapaz era meio vazio (quem diria...) e a minha ideia de que iria encontrar o amor da minha vida no secundário começou a ir cano abaixo...

Cheguei ao fim do 10º ano e a única coisa das terrinhas circundantes que entrou na  minha vida foi um gajo chato como a porra que passava grande parte do seu tempo a me tentar tirar do sério... Yeeey... 

No 11º apercebi-me que me importava demasiado com um amigo e comecei a ficar chateada por ele me estar constantemente a pedir conselhos sobre como se aproximar das minhas amigas quando eu estava ali, solteira e disponível mesmo ao lado dele... Ainda por cima ele o burro tinha grande panca por uma gaja que o ia destroçar... Decidi tomar medidas extremas para defender o seu pequeno coração e direccionei a sua atenção para uma rapariga que era 5*, que lhe ai dar a atenção que ele precisava. Foi a primeira vez que fiz de wingman e foi a vez que mais me magoou.

Quando cheguei ao 12º comecei a ficar irritada, não com o facto de não encontrar o homem da minha vida mas sim com o facto de começar a sentir algo pelo bastardo que me chateava desde o 10º ano que passava o intervalo antes da aula de Educação Física a tentar fazer twerk à minha frente e com quem tinha discussões bastante acessas nos autocarros quando fazíamos visitas de estudo... A namorada dele odiava-me... 

Entretanto o secundário acabou e o bastardo a quem arranjei gaja no 11º passou o verão a dizer que eu ia fazer imenso sucesso na universidade, que os gajos não me iam largar e bla bla bla... Comecei a ter novamente esperanças... Aliás, nesse verão um amigo dele (que conheceu na universidade, ele é um ano mais velho que eu) foi passar uns dias à terrinha e criou uma espécie de fascínio pelas minhas mamas, por mim o que indicava que talvez fizesse sucesso na universidade...

Em Setembro entrei na faculdade, num dia algures na primeira semana choveu como a porra e cheguei a uma aula parecendo um pinto, sentei-me ao pé de um moço aleatório, o desgraçado teve pena de mim e ofereceu-me o casaco. OMG QUE ROMÂNTICO AKSDJFAKL not really... Já na primeira semana de aulas tinha uma impressão horrível das pessoas daquela faculdade e decidi que ia estar sempre um pé atrás por isso fiz-me de forte e disse que não era preciso. Pouco depois arrependi-me e pedi o casaco ao moço... O ano foi passando, tive um stalker e fiz para ai 10 conhecidos na faculdade. 

No segundo ano, após já ser definitivamente vista como um dos rapazes apercebi-me que morrer rodeada por 30 gatos não era assim tão mau, e heis que um amigo, o mesmo que me ofereceu o casaco no primeiro dia e passou os primeiros 3 semestres do meu percurso académico a objectivar gajas ao meu lado decidiu que valia a pena tentar lançar a rede porque era óbvio que eu estava interessada. Eu não estava minimamente interessada... No inicio até achei que fosse uma piada... Passei o resto do 2º ano a evita-lo e o inicio do 3º também. (Sou muito adulta, eu sei).

Agora, prestes a terminar o 3º ano e após ter tido outro stalker que ainda hoje receio que me venha a tirar a vida, apercebi-me que não há "o tal"... Há muitos por ai... E honestamente não sei se tenho vontade de arranjar algum... Se um dia encontrar uma criatura com quem consiga ter uma discussão morosa sobre algo estúpido e que seja fã dos Corações de Atum talvez mude de ideias.

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