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A minha vidinha

A minha vidinha

15
Abr16

"Não é Photoshop"

Maki

Claro que não é photoshop, antes fosse. O photoshop é uma ferramenta difícil de usar mas que quando se usa correctamente origina resultados impecáveis e essa fotografia grita edição automática com base em reconhecimento facial (como aquela que há no Snapchat). 

Ok, "não é photoshop" é uma descrição válida e verdadeira para a fotografia, se eu não conhecesse tão bem a rapariga em questão achava que ela tinha posto aquela descrição a brincar, mas conheço-a... E prezo demasiado a minha vida para lhe dizer o que penso.

14
Abr16

Metro e flatos

Maki

Meus amigos, ninguém gosta de andar de metro em plena hora de ponta. Ninguém. Felizmente ainda está fresquinho o cheiro do sovaquinho do vizinho ainda é fraco/inexistente, mas o simples facto de estarmos todos uns em cima dos outros acaba por fazer com que as viagens sejam desconfortáveis, portanto por caridade não piorem a situação dos desconhecidos que vos rodeiam e guardem as flatulências para mais tarde. Eu sei que dizem que não é saudável conte-las, mas também não vão morrer por esperarem uns minutinhos... O pessoal que vos rodeia agradece.

 

12
Abr16

Delicadeza de mãe

Maki

No outro dia sentei-me num banquinho com uns amigos a falar da vida enquanto aproveitávamos para levar com alguns fotões na cara quando uma mãe levou uma criança e arrastou outra para um baloiço todo moderno que era uma mistura entre o sobe-e-desce e aqueles cavalos que tem uma mola por baixo. Ora aquilo era tão xpto que nós ficamos curiosos e resolvemos observar para tentar perceber como aquela obra de engenharia funcionava. Ao inicio aquilo não funcionou, as crianças assim como nós não perceberam como deviam por aquilo a andar e ficaram simplesmente lá sentadas, até que a mãe se aproximou do aparelho e começou a abanar aquilo. Uma das crianças estava a adorar, a outra a odiar. A criança que estava a adorar disse que gostava de tentar tocar no chão, a mãe direcciona a sua força na direcção dela, ela consegue tocar no chão e ficou toda feliz a dar gritinhos, a mãe resolveu que a outra criança também deveria querer tocar no chão, então faz força na direcção dela e começa a dizer "toque no chão", ao compreender que ela estava meio reticente em deixar de se segurar ao aparelho com as duas mãos a mãe aumenta a força e diz "TOQUE NO CHÃO! TOQUE TOQUE!" até que a criança tocou no chão. 

Poucos momentos depois abalamos do banco e fomos para o metro. Qualquer dia voltamos lá para experimentar o aparelho, provavelmente não vamos tentar tocar no chão.

08
Abr16

Sou distraída, mas tenham lá calma

Maki

Sai da casa com um "pequeno atraso", não havia forma de chegar à faculdade a horas, mas como passar a uma cadeira estava dependente da minha velocidade aprecei o passo o mais que consegui. Ao virar numa ruazinha apercebi-me que um jovem estava a acompanhar a minha passada o que me estava a atrapalhar os movimentos visto que estava a andar de lado o que consequentemente me fazia andar também de lado. Como não nasci ovelha nem pertenço a nenhum rebanho não gosto que criaturas aleatórias me alterem a rota (especialmente quando estou atrasada), portanto aumentei a a velocidade.

Ora, eu consigo viver com pessoas a me cortarem o caminho (mal, mas consigo), mas com estranhos a me tocarem de forma estranha quando estou atrasada para um momento de avaliação nem por isso. Sim, porque quando aumentei a velocidade e ele me deixou de conseguir acompanhar lado a lado começou a tentar agarrar o meu braço. Nesse momento tive a certeza que o raio do rapaz estava a fazer aquela porcaria de propósito e foi a primeira vez este ano que tive medo. Pensei em entrar numa loja de conveniência, mas quando passei por ela não consegui parar, as minhas pernas não me responderam e continuei a andar como se tivesse um foguete no rabo. Agora que penso nisso ainda bem que não o fiz, não era algo inteligente... Se eu entrasse lá e ele também tinha ficado encurralada. Sempre que me cruzava com alguém na rua lançava um olhar de ajuda, mas o único rapaz que reparou sorriu como quem diz "perdoa lá o rapaz", odiei-o com toda a minha alma. Consegui livrar-me dele numa estação de metro, fiz uma esquiva como se fosse entrar e assim que ele entrou voltei à minha rota, sempre a olhar para trás com medo que ele aparecesse, há muito tempo que não tinha medo... 

A única vantagem no meio disto é que cheguei antes da hora e ainda consegui ir à casa de banho recuperar o fôlego e desejar que tudo voltasse ao normal. Será que já passaram pessoas nesta situação por mim e eu não vi? 

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