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A minha vidinha

A minha vidinha

19
Jan20

Aí a dor

Maki

90 euros... Acabei de gastar 90 euros em suplementos, porque a minha tiróide está "fatigada", o meu cortisol está upa upa e porque dos elementos que alimentam as mitocondrias e se podem analisar, o único que não está abaixo do aceitável é o magnésio (o que fascinou a senhora, que no fundo não esperava ver qualquer nível extremamente saudável nas análises). 

Bem... Pelo menos compreendi o porquê de andar cansada, não conseguir ganhar resistência e do meu estado de constante ansiedade e fatiga ali no roça-roça com uma ligeira depressão. 

Mas 90 euros... 90... Dos quais para aí 30 vão ser mictados... São gotas, são comprimidos, são coisas que se metem debaixo da língua. Que no fundo se vão transformar em xixi... 

90 euros! 1/3 do dinheiro que tenho para sobreviver durante um mês... Gastos em 2 cliques... Parte deles a ir pelo esgoto... 

Isto é o mais próximo que estive de um desgosto amoroso desde o décimo ano. Aliás, este é o maior desgosto amoroso que tive na vida, arranjar uma boa rapariga para o rapaz que eu gostava não custou metade do que isto me está a custar!

90 euros crl... Estou a isto '' de ir para a baixa mendigar para compensar a perda. Ou para o ebay vender fotos dos meus pés. Ou assaltar um banco... 

90 euros... Isso é o que eu devia ter gasto num fato de natação, mas não o fiz por ser pobre... E agora vou mictar o valor de um fato de banho da speedo... 

15
Jan20

Not very healthy, no-no.

Maki

Andei 3 dias com dores no lado inferior direito da barriga, uma coisa desconfortável, mas nada de "wow vou morrer". 

Mas pelo sim pelo não fui à médica, até porque aquilo era bastante incomodativo quando queria obrar. A mulher toca aqui, toca ali. Não há gases, não há sinais de apendicite, basicamente não há nada de errado a não ser a puta da dor. 

Apercebi-me que estava na merda no momento em que fiquei triste por não ser uma apendicitezita... Se isto começar a escalar, qualquer dia fico triste por não ser atropelada ao passar a passadeira... 

Portanto aqui a je, leu as red flags e tentou marcar uma consulta de psicologia ou psiquiatria, para tentar controlar a ansiedade antes que a ansiedade a controle a ela. A palavra chave é tentou. Que marcar uma consulta disso sendo pobre é complicado... 

Sinto que só vou ser contactada pelos serviços administrativos da área de saúde da faculdade depois de me dar um trecozito.

14
Jan20

...

Maki

No metro vi uma coisa tão fofa, mas tão fofa, que deu vontade de apertar as bochechas. 

Não foi um sorriso, foram 2. Um gajo e uma gaja a se despedirem, ambos com aquele sorriso tótó, de quem não quer deixar ir, mas ainda não teve coragem de agarrar.

Adorável. 

 

 

 

20
Dez19

Aquele medinho miudinho

Maki

Há 9 anos que tomo a mesma pílula. A médica de família receitou-ma porque eu ora passava meses sem ter o período, ora tinha hemorragias durante uma semana, acompanhadas de enxaquecas que me metiam ko durante dias... 

Quando comecei a tomar a pílula o meu mundo melhorou e ter o "período" passou a ser uma experiência tolerável e as enxaquecas deixaram de ser tão frequentes e menos duradouras.

Aos 18 tentei deixar a pílula, mas as hemorragias voltaram, e num dia, em que quase desmaiei enquanto fazia o xixizinho num cubículo da faculdade cujo trono parecia ter sido o cenário de um homicídio decidi voltar a tomar a pílula. Tudo muito bem, até que um dia fiquei sem stock de pílula, e como estava longe da terrinha tive que ir à farmácia. 

Ora, eu nunca tinha comprado a pílula na minha vida. Geralmente ia só ao centro de saúde, dava o nome e recebia stock para 3/6 meses dependendo da boa vontade da enfermeira. Eu andava a tomar um genérico. E todos os genéricos tem a caixa igual! Mudam as letras, que indicam o que contém a pílula, mas pfff eu não fazia a mínima ideia pelo que trouxe uma ao calhas. 

Oh gosh... Em dois dias fiquei com as pernas inchadas, má disposição, umas torturas. Liguei para o centro de saúde, descobri qual era a minha pílula, que era bem mais fraquinha quando comparada com a que tinha acabado de comprar e voltei a ela. 

Entretanto, nos últimos quatro meses voltei a ter enxaquecas mais frequentes e "períodos" mais  dolorosos e abundantes (ah, as maravilhas do corpo humano). Falei com uma médica (que não era a minha de família, até porque já não tenho médica de família), e ela disse que eu devia experimentar a pílula só com uma hormona. Lembrei-me que um neurologista também me tinha dito que devia experimentar isso por causa das enxaquecas. Também me lembrei que uma amiga minha tem o implante e desde que o meteu nunca mais sangrou. Medi os prós e os contras e ontem fui ao centro de saúde pedir para trocar a pílula para ver se vale ou não a pena por o implante. 

Vou começar a toma-la na segunda feira. 

Quando fiz a pesquisa para medir bem os prós e os contras pareceu-me uma óptima ideia. Andei por  sites científicos a comparar pílulas, implantes... Tudo muito fixolas e apelativo. Especialmente a parte de não ter hemorragias de privação. Para mim isso é o utópico. 

Heis que ontem. Após ter ido levantar a pílula voltei a fazer uma pesquisa. Parecia que estava no inferno de Dante. Entrei num fórum em que pessoas se queixavam que estavam a sangrar há um mês e meio sem parar. Pessoas a dizer que tinham ficado deprimidas. Uma pessoa a dizer que aquilo tinha sido a melhor coisa que lhe aconteceu. Pessoas a se queixarem que para além do spotting também tinham sangramento na altura suposta do ciclo. 

E eu ali, a olhar de soslaio para a caixinha de Azalia, enquanto o meu corpinho expele a porcaria do revestimento desnecessário que fez ao longo do mês. E a pensar "oh shit". 

É que eu agora voltei a nadar... E a mensalidade é carota... Não me dá jeito andar aí a sangrar... Até porque não lido bem com tampões... E estou a tentar diminuir a pegada ecológica... Não quero andar sempre com pensos... Nem medo de sujar as calças... E também não quero sair da piscina e fazer uma corridinha até ao balneário com medo que um frangalho de sangue escorra perna a baixo. Até porque quando acabo os treinos mal tenho força para sair da piscina, quanto mais para correr seja lá para onde for. 

Mas geralmente as pessoas só se queixam na internet não é? Quando as coisas correm bem geralmente ficam em silencio... não é? É! Pelo menos eu faço isso...

20
Dez19

O meu quarto é ponto turístico para grilos

Maki

Juro que não entendo. Hoje voltei a encontrar um grilo no meu quarto. Desta vez já morto, e seco como a porra, o que por um lado é bom,visto que não me conseguia saltar para a tromba. Mas por um lado é mau... Porque acabei por fazer uma dança ridícula à volta do bicho enquanto tentava ganhar coragem para pegar nele e o meter no lixo. 

Entre suspiros, ginchinhos, ir buscar uma vassourinha, ir buscar uma vassoura maior, procurar uma pá, porque com a pazinha a minha mão ficava demasiado perto do grilo. Lá consegui pegar no bicho e mete-lo no lixo. (devia ter ido para a compostagem? Devia, mas na altura o meu cérebro estava ocupado a pensar que talvez o cadáver do grilo que jazia, seco e sem vida, debaixo da minha cama podia estar só a fingir de morto, pelo que não me lembrei da compostagem). 

E acabou? Não! Ainda me consegui assustar 2 vezes ao abrir novamente o saco do lixo e me deparar com o cadáver que eu própria meti lá... 

Juro que estou farta de encontrar grilos no meu quarto! A culpa é dos espanhóis! Andam a por pesticidas nos campos todos aqui à volta da terrinha e os bichos pobrezinhos... Tem que sair do campo e invadir a casa das pessoas... Mas tipo... Há mais casas para invadir... Não tem que ser sempre a minha! E se é para irem para um quarto vão para o do meu pai... Que ele adora animais! Não para o meu, que eu sou uma pessoa sensível que se assusta.

13
Dez19

Anúncios de natal

Maki

Não vou mentir, quando vi a primeira parte do anúncio da vodafone fiquei com a lagrimita no canto do olho, mas a segunda parte? A sério? A senhora faz com que os filhos se unam, eles vão para a casa de um ver a Peppa Pig (ou lá como se chame) e a senhora fica sozinha em casa? A única coisa que recebe e uma fotografia dos 2 juntos no terceiro anúncio? Ainda por cima o edifício da senhora tem elevador e ela consegue andar de um lado para o outro em casa, por isso se a convidassem e fossem buscar ela provavelmente não teria problemas em sair de casa!

Já o anuncio da McDonald's... Esse foi feito por alguém que nunca foi passar o Natal à terrinha dos avós. Porque o que eu vejo são crianças super felizes por conseguirem andar a na rua sem estarem agarradinhos aos pais, por poderem jogar a bola na praça com os amiguinhos da terrinha enquanto os pais bebem um cafezito... Se os vossos putos acham que não se faz nada na terrinha dos avós a culpa é vossa que lhes incutem essa ideia através de desabafos do género "ugh, temos mesmo que ir para a terrinha? Lá não se faz nada..." ou por não os deixarem sair de casa e ser crianças para lá de um tablet. 

O da Bertrand... Epah... A ideia está bonita... Mas sejamos honestos... A leitura pode ser um acto social... Maaaas geralmente é uma actividade tão solitária como estar no telemóvel... Ok, eu posso ler um livrito infantil ao meu sobrinho, mas não lhe vou ler o "Lolita" em voz alta... Não se esqueçam que os jornais e os livros eram o sinal de "por favor não falem comigo" antes dos smartphones...

06
Dez19

A primeira pessoa que odiei

Maki

Toda a gente gostava do homem, diziam que ele era um óptimo professor, e que eu tinha sorte de o ter. E eu acreditei nisso até que o voltei a ver neste verão. 

Desde o quarto ano que não o via, o que perfaz 14 anos. O homem sorriu-me e acenou, e nesse momento tive um clique e percebi que odiava o homem, ele foi a primeira pessoa que odiei e não tinha noção disso porque enquanto criança não sabia o que era a definição de ódio. Mas odiava-o. E ainda hoje o odeio. 

Foi meu professor do primeiro ao quarto ano. Era cristão, e demonstrava-o expondo uma cruz na qual jazia um homem magrissimo representando Jesus Cristo por cima do quadro. Era bastante gráfica e ainda hoje me lembro perfeitamente dela. Note-se que apesar da escola que frequentei ter sido edificada no tempo de Salazar, quando andei lá era uma escola pública e estávamos no início do milénio. 

Mas não é pela cruz e os pesadelos associados à mesma que o odiava sem saber. Haviam tantas coisas erradas... 

O homem segregava-nos, os mais "inteligentes" (inteligente não é bem a palavra... Que com 6 anos podemos ser o que quisermos com o estímulo necessário...) e/ou filhos de pessoas mais influentes ficavam no lado direito da sala. Os mais pobres, "burros", irrequietos e ciganos ficavam no lado esquerdo. Era o quadro e a cruz pendurada sobre ele que nos separava. 

Eu e a minha melhor amiga do tempo da pre-primaria ficámos em lados opostos. 

O homem escolhia 4 capitães de equipa no início do ano e obrigava-nos a formar equipas. Ao longo do ano se ganhassemos algum concurso de tabuadas ou assim ganhávamos um ponto. Se alguém da equipa se portasse mal perdiamos um ponto. Era muito bonito quando ganhávamos, mas quando perdíamos o ambiente ficava estranho. 

O senhor nunca bateu num único aluno. Isso é verdade. Obrigava os outros a fazerem esse trabalho por ele. Quando alguém se portava mal ele escolhia uma das pessoas que se sentavam no lado direito da sala para dar um "cachaçao" em quem interferia com a aula, geralmente o professor escolhia os moços porque eles tinham mais força. Uma vez fui eu, a bicha mais quieta da sala, a que evitava meter-se em confusões e só queria deixar de trocar os Ps com os Qs, os Ds com os Bs e com os Vs. Lembro-me perfeitamente de fazer o caminho entre a minha mesa e a do gajo mal comportado, com histórico de violência e que já fumava bem antes dos 9, do medo que sentia enquanto ele sorria ao me ver aproximar. De antes de dar o cachaçao olhar para o professor e o cabrao estar com um sorriso estúpido na cara. Foi nesse momento que comecei a odiar o homem. 

Entretanto esse ódio, que eu não sabia ser ódio veio a crescer. 

Não dei um cachaçao com força, primeiro porque não a tinha, segundo, porque não sentia que merecia a pena levar uma sova do tipo quando chegasse lá fora. E voltei para o meu lugar. 

No dia seguinte o tipo a quem dei uma "festinha" no cachaço, começou a gozar comigo. A dizer que o professor lhe tinha dito que eu gostava dele e que tinha sido por isso que não tinha dado com força. Posteriormente o professor também fez um comentário em relação a isso numa aula. Odiava-o. Odiava-o com toda a minha pequena alminha e não sabia. 

Entretanto, como há almas gémeas,  também passei a odiar a sua mulher. Que apareceu toda sorridente no funeral da minha avó com uma coroa de flores por finalmente ter mais uma cama livre no lar. Uns atormentam e segregam os mais novos, outros desidratam e segregam os mais idosos. 

Não há ódio como o primeiro. 

02
Dez19

A associação é pequenina mas o impacto é enorme

Maki

Chama-se Associação Mais Proximidade, Melhor Vida - AMPMV (sigla que nunca consigo decorar e tive que verificar). 

Acompanham cerca de 200 idosos residentes na zona da Baixa e Mouraria: fazem visitas; solucionam problemas; acompanham ou arranjam alguém que acompanhe as pessoas (caso estas queiram) ao médico; fazem a ponte entre os idosos e outras instituições que os podem ajudar em diversos assuntos; fazem telefonemas para garantir que está tudo bem; sobem e descem imensas escadas devido à falta de elevadores; gerem equipas de voluntários e são menos de 10 pessoas.

No ano passado acompanhei uma delas durante uma manhã e cheguei à hora de almoço estafada. Elas não param, tem sempre algo para fazer, alguém que visitar. Fiquei fascinada com a força que elas têm.

Mas acima de tudo, o que mais aprecio e infelizmente não vi em muitas associações/instituições em que a minha avó esteve, é que elas respeitam e não tentam tentam mudar o comportamento das pessoas, apenas as aconselham. 

Sou lá voluntária há coisa de 2 ou 3 anos, e não podia ter escolhido um sítio melhor para o fazer. Primeiro: não me meteram uma cruz em cima por ser estudante de engenharia (que é algo mais frequente do que pode parecer), segundo: elas têm cuidado ao criar as duplas de voluntários e ao escolher as pessoas que nós temos a sorte de visitar de forma a tentar criar a melhor dinâmica possível. (Mas não digam isto à SIC senão ainda as tentam contractar para serem “especialistas” nos casados à primeira vista), terceiro: apesar de todo o trabalho que elas têm, fazem questão de nos acompanhar nas primeiras visitas e sabemos que se algum imprevisto acontecer elas vão logo atender o telemóvel.

Por isso, se tiverem uma horinha por semana em que tenham disponibilidade e queiram conhecer e passar tempo com uma pessoa com experiência de vida, aconselho-vos a dar uma olhadela na AMPMV.

Se não souberem o que dar no Natal, podem oferecer um livro com receitas e um pouco da história dos habitantes dos bairros típicos (que estão em risco de extinção pelo aumento dos alojamentos locais e ganância de alguns senhorios - coisas para as quais elas também tentam ajudar), um livro sobre a história de algumas pessoas disfarçados sobre a forma de contos (11,5 e 5 euros respectivamente).

Podem ser associados, fazer donativos, e afins (não sei muito sobre este departamento porque tenho pouco dinheiro pelo que só posso disponibilizar tempo)

Também podem passar nos próximos dias pela Fnac dos armazéns do Chiado, dar um oizinho aos voluntários (ou trabalhadores da fnac) que estiverem na parte dos embrulhos e meter um donativo na caixa transparente e relativamente grande que vai estar em cima da mesa. Também podem seguir a actividade de associação no Facebook e/ou no Instagram para estarem a par de algumas das actividades que vão ocorrendo. 

Ou mencionar esta óptima associação aos vossos amigos e familiares.

Ou simplesmente ignorar este post, apesar deste ser feito com muito carinho; e estar a chegar o “Giving Tuesday”; e ser Dezembro; e a associação ser óptima e ter poucos apoios... Vá... pelo menos falem da associação, nem que seja ao cão ou periquito

25
Nov19

Quando nem o primeiro nem o segundo funciona correctamente

Maki

Tenho andado mal, meio que a arrastar no lodo... Felizmente o meu segundo cérebro agora está bacaninho, aliás, bacaninho é favor, nunca na minha vida tive o transito intestinal tão bom... isto de obrar duas vezes e não ter a barriguinha inchada é um novo mundo para mim.

Mas nas semanas em que estive doente, voltei a andar na corda bamba a tentar equilibrar-me ao lidar com a ansiedade e a não cair no poço da depressão. Nestas duas semanas meti a faculdade de lado, e agora... Ui agora, ui, agora sempre que penso nela o meu coraçãozito começa a apertar a respiração fica pesada, começo a coçar-me apesar de não ter comichão.

Não tenho vontade de fazer nada... Tenho que sair deste estado inerte.

Estou a voltar ao desporto, mas nem deslizar na água me alegra o dia, porque me canso após 50m. Vou este fim-de-semana a casa para atormentar os meus amiguinhos me conectar com as origens. Para a semana tenho que começar a marcar reuniões para realizar uma analise de mercado e começar a mexer no Android Studio. E hoje vou voltar à tese, como se não houvesse amanhã.

Se na Black Friday houverem descontos em fatos de triatlo vou ser doida e investir num para me obrigar a treinar a sério e começar a competir no verão. O meu problema é que não consigo estou disposta a dar mais que 100 euros por uma roupinha apertaducha que só vou usar em provas nas quais também tenho que pagar a inscrição. (E a verdade é que também tenho medo de mandar vir um fato carissimo e aquela porra não me servir... Ou se o corto mal e aquela porra se estraga... Ou se se rompe no meio de uma prova...). Ninguém me quer patrocinar? Eu tatuo o vosso blogue no braço.

 

 

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